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06 de abril de 2016
Tuberculose, doença ainda atual

Taxa de 8% de desistência do tratamento, acima dos 5% aceitáveis, faz aumentar a transmissão em SC.

Apesar de ter sido a causa da morte de Chopin, Castro Alves, Noel Rosa, Dom Pedro I e da escritora Jane Austen, a tuberculose está longe de ser uma doença do passado ou extinta. Só em 2015, foram pelo menos 1,8 mil novos casos em Santa Catarina – e o maior desafio ainda é o tratamento. No estado, a taxa de abandono girou em torno de 8% nos últimos anos, acima da média considerada aceitável pelo Ministério da Saúde, que é de 5%.

Para o médico Gilberto Ramos Sandin, da UTI do Hospital Nereu Ramos – referência em tratamento de tuberculose no estado –, a não conclusão do tratamento é um dos maiores desafios: os pacientes acabam transmitindo a doença para outras pessoas, têm lesões mais graves e podem desenvolver uma tuberculose resistente aos medicamentos, o que diminui de 90% para 50% a taxa de cura da doença.

– As pessoas, inclusive da área da saúde, não lembram que a tuberculose existe. A maioria dos diagnósticos está sendo feita dentro dos hospitais, quando o paciente já percorreu posto de saúde, farmácia. Isso é ruim porque a cadeia de transmissão vai se mantendo – explica o médico. Para os pacientes que vivem com HIV ou aids, a preocupação também é redobrada. Afinal, a tuberculose é a doença infecciosa que mais mata pacientes desse grupo. Mas mesmo quem não está entre os mais vulneráveis está suscetível. É o caso da moradora de Imbituba de 24 anos, que prefere não ser identificada, que após uma gripe continuou tossindo por um mês. Médicos trataram como pneumonia, mas por insistência da mãe fizeram uma radiografia e identificaram a tuberculose. Mais tarde saberiam que se tratava do tipo multirresistente, então o tratamento se estendeu para um ano e meio.

Fonte: A Noticia - RBS Internet e Inovação
 

Secretaria de saúde
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